quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Fotógrafo registra leopardos disputando cobra em 'cabo-de-guerra'

Não tem imagem, mas o texto já é curioso!

Um fotógrafo americano registrou dois leopardos disputando uma cobra em uma série de imagens que lembra uma briga de cabo-de-guerra.

A batalha de cerca de meia hora pela presa, uma cobra píton africana de dois metros de comprimento, foi capturada por Josh Scheinert, que estava hospedado na reserva particular de Mala Mala, na África do Sul.

De acordo com o blog da reserva, a leopardo adulta caminhava com seu filho, um leopardo jovem, em uma área aberta.

A fêmea tinha acabado de caçar uma cobra píton e a arrastava, carregando-a pela boca. A cobra ainda estava viva.

Cabo-de-guerra entre dois leopardos em reserva da África do Sul (foto: © Josh Scheinert/BNPS.co.uk)

Enquanto a mãe ainda arrastava a presa viva, o filho não se conteve e tentou roubar a cobra.

A tentativa resultou no "cabo-de-guerra" registrado pelas lentes de Scheinert, que presenciou a cena.

O jovem leopardo acabou vencendo a batalha de meia hora e arrastou a cobra para longe.

A fêmea sentou-se em uma árvore enquanto o filho tentava comer a carne da cobra.

Mas, quando este mordeu sua presa, acabou não gostando muito do sabor e abandonou a cobra em meio ao capim.

O blog da reserva particular relata que, no dia seguinte, os dois leopardos tinham se afastado da área, mas a presa continuava abandonada. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Do Estadão/Planeta

Correspondentes internacionais no Egito sofrem ataques de militantes pró-governoCorrespondentes internacionais no Egito sofrem ataques de militantes p

Correspondentes internacionais passaram a ser alvos de violência durante as manifestações nas ruas do Cairo, Egito. Um fotógrafo do Wall Street Journal foi espancado; outro teve suas roupas rasgadas. Um repórter da rádio France Inter foi internado após ser linchado; um jornalista belga ficou detido acusado de ser espião; e o âncora da rede CNN, Anderson Cooper, e sua equipe foram golpeados com socos e chutes ao passar por um grupo de militantes pró-regime.

De acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo, as agressões aos profissionais de imprensa foram atribuídas a simpatizantes do líder egípcio Hosni Mubarak, que controla o país há 30 anos e chegou a pedir um prazo aos opositores para sair do poder. Até mesmo os correspondentes da Folha e de O Estado de S. Paulo no Cairo tiveram seus quartos, no hotel em que estão hospedados, invadidos, na última quarta (02).

Os protestos nas ruas do Egito, que ontem completaram nove dias, aconteciam de maneira pacífica. Porém, os manifestantes foram atacados por um grupo pró-governo na Praça Tahrir, segundo informou o Estado. Cerca de 1,5 mil pessoas ficaram feridas e cinco foram mortas, de acordo com a agência EFE.

O secretário-geral da organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Jean-François Julliard, declarou que as agressões sofridas pela imprensa são "chocantes", e o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou que os EUA estão preocupados com os ataques aos profissionais de imprensa.

Já o porta-voz do governo egípcio, Magdy Rady, classificou como "ficção" o envolvimento do regime aos ataques à mídia no país, e que cobertura jornalística dos protestos interessa apenas aos governistas. Recentemente, as transmissões da rede de TV árabe Al Jazeera no Egito - que realizava ampla cobertura dos conflitos - foi suspensa.

Ativistas de direitos humanos acusaram diretamente o governo do Egito de ter planejado os ataques aos manifestantes na Praça Tahrir, para tentar justificar o fechamento do local e encerrar a crise. Além disso, Mubarak declarou que a transição política no país não será feita "imediatamente", como resposta ao apelo feito pelo presidente dos EUA Barack Obama no início da semana.

Do Portal Imprensa

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Prêmio Internacional de Fotografia de Rua com inscrições abertas até 30 de março

David Gibson

Estão abertas até 30 de março as inscrições para o Prêmio Internacional de Fotografia de Rua, como parte do primeiro Festival de Fotografia de Rua de Londres, que será realizado entre os dias 07 e 17 de julho.


Para participar, os fotógrafos precisarão inscrever de cinco a oito fotografias de rua, apresentando indivíduos em situações simples do dia a dia em locais públicos, como ruas, parques, praias e centros comerciais.


A taxa de inscrição é de 30 libras esterlinas, o equivalente a cerca de R$80. O vencedor receberá uma câmera Olympus Pen, uma viagem a Londres com todas as despesas pagas e prêmio em dinheiro, no valor de 1.000 libras esterlinas, cerca de R$2.600. O anúncio dos vencedores será feito em 1º de junho.



Mais informações:
www.londonstreetphotographyfestival.org

Fotografia com status de arte

A consolidação da fotografia como obra de arte é o objetivo maior do Ateliê Santo Lima das Imagens, cuja nova ação é a exposição permanente Caótica, que reunirá durante todo o ano a produção autoral do seu coletivo de fotógrafos: Marcelo Lyra, Renato Spencer, Rafa Medeiros, Beto Figueiroa e Tom Cabral. O público pode conferir o trabalho desses profissionais a partir de hoje, às 17h, quando eles abrem as portas do espaço com a primeira das 12 edições mensais do Domingo Santo. Será um evento para dinamizar a procura pelas fotografias, que estão sendo vendidas em molduras de tamanhos variados. Até o fim do ano, a proposta é promover duas oficinas.

O projeto também dialoga com as artes visuais e com a música, por isso a participação, nessa primeira edição, do grafiteiro Galo de Souza (que fará a pintura da fachada do ateliê) e do DJ KSB. Marcelo Lyra explica que as fotos da mostra (são mais de 30) serão repostas à medida que forem comercializadas. ´A ideia é manter uma galeria com a produção autoral de fotógrafosque fazem trabalhos freelancer; mostrar a produção que ficava dentro da gaveta. É uma forma de botar a imagem na parede. Batizamos a exposição de Caótica porque não existe um tema fechado, um elo entre as fotos`, resume Lyra.

O projeto tem três frentes: a galeria com a exposição, um laboratório para revelação manual em preto e branco e uma sala para o acervo. O laboratório e o acervo estarão abertos a outros fotógrafos que quiserem revelar e guardar seu material de forma adequada e segura. No segundo semestre, o coletivo programará as oficinas, que serão oferecidas a estudantes de fotografia ligados a ONGs. O Domingo Santo está programado para todos os meses, ocupando espaços artísticos e boêmios da Rua do Lima, como o Muda, Copo Sujo, Nave, Acre. O Santo Lima fica na Rua do Lima, 269, Santo Amaro. Mais informações: 3222-3180. (Michelle de Assumpção)


Clique aqui, e veja galeria com imagens da exposição

Recife ganha um novo ateliê de imagens

Foi inaugurado neste domingo (30), um novo espaço para exposição de imagens no Recife: o Ateliê Santo Lima das Imagens. Localizado na Rua do Lima, em Santo Amaro, o espaço é idealizado pelos fotógrafos Marcelo Lyra, Renato Spencer, Rafa Medeiros, Beto Figueiroa e Tom Cabral.

Com incentivo do Funcultura, o Santo Lima abre as portas com a primeira das 12 edições mensais do Domingo Santo, festa que acorrerá em espaços culturais do bairro de Santo Amaro até o final de 2011.

São mais de 30 fotos na exposição permanente, repostas à medida em forem sendo vendidas, incentivando a produção autoral do Santo Lima. Para o projeto, estão programadas duas oficinas de fotografia abertas ao público. A visitação é de segunda a sexta, das 14h às 18 h.

Conheça os vencedores do National Geographic Photography Contest 2010

Conheça os vencedores do National Geographic Photography Contest 2010
Foram 16 mil fotografias, com inscrições vindas de 130 países. No fim, Aaron Lim Boon Teck, de Cingapura, foi o grande vencedor da quinta edição do National Geographic Photography Contest 2010.

Seu registro de uma erupção do vulcão Gunung Rinjani, na Indonésia, será publicado em diversas edições internacionais da revista - além de prestígio, ele vai receber 10 000 dólares e uma viagem à redação de National Geographic em Washington, DC.

As imagens foram julgadas pelos fotógrafos Joel Sartore e Stephen Alvarez, colaboradores da revista, e pela editora de fotografia Sadie Quarrier. Chan Kwok Hung, da China, venceu na categoria Pessoas, com uma foto de uma corrida de búfalos. Com a imagem de um cemitério de navios em Bangladesh, a americana Jana Asenbrennerova ganhou na categoria Lugares. Aaron, o primeiro colocado geral, brilhou na categoria Natureza. As fotos dos finalistas podem ser acessadas no site da National.

Oneness: Eexposição faz um passeio pela carreira da artista japonesa Mariko Mori

Arte, religião, fotografia, moda e tecnologia são os elementos que compõem o trabalho de Mariko Mori, um dos nomes mais importantes da arte contemporânea. As peças criadas por Mori combinam design e arte vanguardista, causando grande impacto visual.

Ela também faz uso da poesia e da estética como instrumentos revolucionários do pensamento cultural, moderno e globalizado. Destaca-se o caráter interativo de suas criações, como, por exemplo, Wave UFO, instalação que pesa quase seis toneladas, comporta três visitantes por vez e mescla, em tempo real, computação gráfica, ondas cerebrais e engenharia arquitetônica.

Transcircle 1.1 meter

A exposição Oneness marca a primeira visita da artista ao país e fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, até dia 3 de abril. Após esse período, segue para o Rio de Janeiro (09 de maio a 17 de julho) e São Paulo (22 de agosto a 23 de novembro). A mostra contempla desde os trabalhos mais antigos até os mais recentes, como TRANSCIRCLE 1.1 meter (2004).

Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – Galerias 1 e 2, Sala Multiuso, Pavilhão de Vidro | SCES, Trecho 2, lote 22
Quanto: entrada franca
Quando: até 3 de abril, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Info.: tel.: (61) 3310-7087, www.bb.com.br