domingo, 6 de fevereiro de 2011
Cenas de jornalismo explícito: André Dusek cria site para mostrar cotidiano dos repórteres fotográficos de Brasília
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
"Parem de nos roubar", dizem fotógrafos na SPFW
Fotógrafos protestam na São Paulo Fashion Week contra roubo de equipamentos
Os fotógrafos que trabalharam na São Paulo Fashion Week realizaram um protesto na noite desta quarta-feira (2).
O motivo foi o roubo do equipamento do fotógrafo Keiny Andrade, freelancer da agência internacional Getty Images, dentro da sala de imprensa do evento, na tarde do mesmo dia.
Antes de começar o desfile da Cavalera, que encerrou a edição Outono/Inverno 2011, os fotógrafos levantaram cartazes de protesto e colocaram as suas câmeras para o alto.
Um dos cartazes dizia: "Parem de nos roubar". Espertos, eles escreveram alguns cartazes também em inglês, já que o evento é coberto por profissionais do mundo todo.
Roubo na sala de imprensa da São Paulo Fashion Week não é novidade.
Na última edição do evento, em junho de 2010, o fotógrafo Ernesto Rodrigues, do jornal O Estado de S.Paulo, teve furtado todo equipamento com o qual trabalhava, avaliado por ele em cerca de R$ 40 mil.
Em 2008, outro roubo já havia sido registrado: a fotógrafa Silvia Borello, da revista Corte Perfeito, teve furtada sua câmera, avaliada em R$ 4.000.
Na época, a organização da SPFW disse o mesmo que repetiu dessa vez: a responsabilidade pelo equipamento é do profissional. Com o argumento, se isentou de qualquer possibilidade de ressarcimento.
Contudo, os fotógrafos insistem em uma coisa: que câmeras sejam instaladas na sala de imprensa. Assim, teriam maior segurança para trabalhar - eles precisam utilizar equipamentos caros e pesados.
O pedido já foi feito inúmeras vezes, mas nunca foi atendido.
Questionada sobre o assunto pela reportagem do R7, a organização informa que vale o que está escrito em uma das cláusulas do credenciamento da imprensa, que diz que "a organização do evento não se responsabiliza, em nenhuma hipótese, por eventuais extravios e ou quaisquer danos causados a estes materiais".
Sobre as câmeras, a SPFW diz que não pretende instalá-las, porque elas "tirariam a privacidade dos profissionais".
Fotógrafo de Paracambi suspeito de pedofilia é preso
Uma operação conjunta entre o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil - através da 51ª DP (Paracambi) - resultou, na sexta-feira (28), na prisão de um fotógrafo no Município de Além Paraíba, em Minas Gerais. Ele é acusado de pedofilia, por fotografar crianças e adolescentes em seu estúdio fotográfico na cidade de Paracambi. Foram apreendidas dezenas de fotos de crianças e adolescentes nuas e seminuas, guardadas junto a outros trabalhos.
As investigações foram iniciadas a partir de uma denúncia anônima. A presença do fotógrafo em escolas da região e a frequente circulação de crianças e adolescentes em seu estúdio levantaram suspeitas sobre sua conduta. O acusado foi levado para a Delegacia de Paracambi e responderá pelo artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Caso seja constatado que o acusado manteve relações sexuais com menores, ele também irá responder por crime de estupro de vulnerável.
De Diário do Vale
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/5,35121.html#ixzz1D1NDRUBl
Museu Afro Brasil inaugura a exposição “Antífona”
Destacando trabalho do fotógrafo ensaísta Gal Oppido, 27 imagens apresentam a visão do artista sobre o feminino liberto.
O Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, inaugura no próximo dia 26 de fevereiro a exposição Antífona de Gal Oppido. São 27 registros de rostos e corpos de intensa feminilidade produzidos como forma de retomar a discussão sobre o papel da mulher da atualidade. Cada uma das fotos apresenta mulheres com personalidades e características diferentes, traduzindo a visão do artista sobre o feminino liberto. “ A mulher que recentemente tem sua sexualidade afirmada igualitariamente perante uma sociedade até então de acento masculino, abrindo um horizonte para a compreensão dos inúmeros vínculos afetivos possíveis entre os humanos”, explica Gal.
Para conceituar este novo trabalho, e o sentido de liberdade que ele impõe, o fotógrafo mergulhou na obra do poeta Cruz e Souza, de onde emprestou o título da exposição. “Ele (Cruz e Souza) de vasta erudição dirige sua crítica para esta sociedade serpenteada pelo racismo, preconceito e discriminação, sem abandonar o seu fazer poético, donde escolhi o poema Antífona, para animar as imagens resultantes deste ensaio”, conclui.
“Forças originais, essência, graça | De carnes de mulher, delicadezas... Todo esse eflúvio, que por ondas passa do éter nas róseas e áureas correntezas” [Cruz e Souza, Antífona].
Fotógrafo ensaísta, Marcos Aurélio Oppido é nome marcante quando o assunto é a fotografia aplicada às áreas de artes cênicas, expressão corporal e arquitetura. Expondo desde 1981, seus trabalhos integram acervos do MASP, MAM e MIS.
Formado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP), em 1975, Gal inicia sua carreia aliando a fotografia ao desenho, fortalecendo-se anos depois como fotógrafo independente. Conhecido por seu trabalho extremamente autoral, explora o corpo, a efemeridade do tempo, a simbologia de objetos abandonados e a relação do homem com a matéria.
Perfil: o Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura, vinculado à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, é um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana, assim como na difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais.
Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador, Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor Curador do Museu. A biblioteca do museu, cujo nome homenageia a escritora, “Carolina Maria de Jesus”, possui cerca de 6.800 publicações com especial destaque em uma coleção de obras raras sobre o tema do Tráfico Atlântico e Abolição da Escravatura no Brasil, América Latina, Caribe e Estados Unidos. A presença negra africana nas artes, na vida cotidiana, na religiosidade, nas instituições sociais são temas presentes na biblioteca.
O museu mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados, instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o programa “Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade”, atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.
.[Exposição de 26 de fevereiro a 17 de abril, de terça a domingo, das 10 às 17 horas (permanência até às 18h), Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº. Estacionamento: Portão 3 – Zona Azul.Entrada: Grátis.Classificação: Livre. Para agendar visitas: agendamento@museuafrobrasil.org.br ou| Minformações: faleconosco@museuafrobrasil.org.br Telefone ( 55 11) 3320-8900 ramal 121 | www.museuafrobrasil.org.br].
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Flickr apaga fotos de usuário de modo acidental e permanente
Um dos sites com álbuns de fotografia mais famosos da internet cometeu um erro irreparável: apagou dados de uma conta de um usuário Pro, que paga pelos serviços - sem possibilidade de restaurar os arquivos.
Perder suas fotos pode ser considerado um pesadelo de qualquer fotógrafo. Para evitar que isso aconteça, muitos recorrem aos serviços online de armazenamento e divulgação das fotografias. Foi o que fez uma pessoa, que não foi identificada, ao optar pelo Flickr.
Para quem não conhece, trata-se de um site criado em 2004 (adquirido pela Yahoo! em 2005), que hospeda fotografias e oferece vários recursos de divulgação, com organização das imagens em álbuns específicos e agrupamento personalizado, bastante popular entre os profissionais e entusiastas da área. Existe uma opção gratuita, que possui algumas limitações, e uma versão paga, chamada de conta Pro.
Acontece que, como publicado pelo site Business Insider, uma determinada conta, com quatro anos de postagens, foi sumariamente removida e todas suas fotos foram perdidas. O erro foi o seguinte: a pessoa abriu um chamado reclamando que outro usuário estava utilizando suas fotos. Para situações como essa, a política da empresa é radical e todos os dados são removidos sem nenhuma possibilidade de salvar ou recuperar as imagens. É na base do famoso "Shift+Del".
O caso foi realmente comprovado, mas ao invés do Flickr remover a conta do infrator, apagou acidentalmente todos os dados de quem tinha feito a reclamação. A empresa que mantém o Flickr poderia optar em utilizar alguma ferramenta de restauração de arquivos como o Easy Recovery, da OnTrack, mas isso não aconteceu. Ao invés disso, ela fez um pedido formal de desculpas e ofereceu ao usuário quatro anos de conta Pro gratuitamente, mas, convenhamos, isso não ajuda muito.
Conheça as finalistas da categoria Repórter Fotográfica do 7° Troféu Mulher IMPRENSA
Do Portal Imprensa
Roubo de equipamento gera revolta entre fotógrafos
O roubo de uma câmera fotógrafica Canon Mark 3, com lentes 300 mm e um monopé, avaliados em cerca de R$ 20 mil, causou revolta entre os profissionais da imprensa na tarde desta quarta-feira (2). O incidente aconteceu na semana de moda de São Paulo, que está acontecendo no prédio da Bienal do Ibirapuera.
O equipamento, que estava na sala de imprensa, foi furtado enquanto o fotógrafo Keiny Andrade, da agência Getty Images, virou-se para entregar um cartão de memória ao seu editor. Em questão de segundos, a câmera desapareceu.
- Quando eu percebi que havia sido roubado, desci para buscar ajuda. Mas ninguém quis se responsabilizar. Toda edição tem este tipo de roubo. Os equipamentos [furtados] são sempre os mesmos.
Diante da situação, houve confusão. Dezenas de profissionais se reuniram ao redor de seguranças e organizadores do evento pedindo que dessem algum posicionamento oficial sobre o caso. Eles queriam saber por que não há câmeras de segurança interna na área reservada à imprensa, já que sempre há casos de furto. Ninguém quis falar do assunto.
Em clima hostil, a imprensa foi orientada a ler as informações do crachá, nos qual está escrito que o evento não se responsabiliza "por objetos profissionais e pessoais" de jornalistas e fotógrafos.
Na edição passada, um fotógrafo do jornal O Estado de S. Paulo também foi roubado. Procurada, a assessoria de imprensa do evento disse que não vai se manifestar sobre o caso.
Colaborou Cecília Leite, estagiária do R7