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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Centro Multicultural da Orla terá exposição fotográfica sobre o Candomblé

Cerca de 50 fotos coloridas serão expostas a partir deste sábado (21) na mostra “Entre o Aiyé e o Òrun: Retratos de um Candomblé Jeje-Nagô em Roraima”. A abertura será às 19h no Centro Multicultural Antonio Ferreira de Souza, na Orla Taumanan. O local é um espaço de divulgação cultural criado pela Prefeitura de Boa Vista.

A mostra foi elaborada pela pesquisadora e jornalista Cristina Oliveira, que realizou mais de 4.500 registros de diversos rituais desta religião. A exposição segue até o dia 7 de setembro, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 22h, e aos sábados e domingos, das 16h às 22h.

Entre as fotos há imagens de banhos de purificação, utilização de ervas, sagradas, preparação de pratos da culinária africana, rituais de limpeza, preparação de “guias” e a “feitura de iyaô”, que é o ritual de iniciação pelo qual todo filho-de-santo passa, consistindo na série de preceitos religiosos que ele deve seguir.

A exposição é um registro foto-etnográfico de uma pesquisa acadêmica realizada desde junho de 2009 no Ilê Axé Obá D’Alaguinã, terreiro de origem Jeje- Nagô, localizado no bairro Tancredo Neves. A pesquisa foi feita para o programa de Pós – Graduação em Letras e curso de Ciências Sociais, ambos da Universidade Federal de Roraima (UFRR) que a jornalista cursa.

“A pesquisa analisa as características do ritual Jeje-Nagô e a linguagem utilizada nessa manifestação religiosa. Por meio das fotos, os visitantes da exposição terão a oportunidade de conhecer a religião que é muito comentada, mas pouco conhecida. A meta da mostra é ampliar o conhecimento do público sobre a matriz religiosa de origem africana, educando e informando sobre essa herança cultural”, fala Cristina.

Pesquisadora
Cristina Oliveira é jornalista há 13 anos, tendo cinco deles trabalhando na Rede Brasil, afiliada da Rede Globo. Integrou a equipe de implantação do jornal Diário de Santa Maria, que atende a 40 cidades no Rio Grande do Sul. Nesse mesmo estado, fez parte ainda da assessoria de comunicação do Partido dos Trabalhadores.

Residindo em Roraima desde 2007, a jornalista passou pela redação do jornal Folha de Boa Vista e, em 2008, por meio de concurso, começou a trabalhar na Coordenadoria de Imprensa da Universidade Federal de Roraima (UFRR). Cristina também foi professora dos cursos de Jornalismo da UFRR e da Faculdade Atual da Amazônia.

sábado, 7 de agosto de 2010

Exposição “Sentimentos”: 15 fotos revelam os mais diversos sentimentos


Por Bia Oliveira

Se falar de sentimentos parece um tanto difícil para algumas pessoas, registrá-los, no entanto, parece muito simples para outras. Pelos menos para os formandos do curso de fotografia do Centro Europeu, escola profissionalizante de Curitiba (PR), que neste dia 06 dá início à exposição “Sentimentos”, revelando exatamente os mais variados sentimentos humanos.


Para a fotógrafa Charly Techio, que coordena o curso, a mostra “Sentimentos” consegue abordar, de forma curiosa, a diferente forma que as pessoas ‘encaram’ os mesmos sentimentos. Tristezas, alegrias e paixões são apenas alguns dos sentimentos que compõem a mostra, composta por 15 imagens.


A abertura oficial da exposição acontece às 19h desta sexta-feira (6/8), no Espaço Centro Europeu, e segue aberta à visitação até 02 de setembro.



Mais Informações:
(41) 3222 – 6669
centroeuropeu.com.br


Ameaçadas de extinção: Mostra resgata profissões que resistiram ao tempo


Por Bia Oliveira

Doceiros de rua, padeiros, açougueiros, afiadores de facas e alfaiates são algumas das profissões retratadas pela exposição “Ofícios antigos em Porto Alegre”, desenvolvida pelo grupo de pesquisas “Catando Milho”, com fotografias de Letícia Nunes.


A mostra tem o objetivo de resgatar ofícios ameaçados de extinção, praticados em Porto Alegre desde 1909. Entre eles, estão também barbeiros, engraxates, construtores de instrumentos musicais, marceneiros, relojoeiros, tratadores de cavalo, sapateiros, artesãos indígenas, agricultores e até pescadores.


Das 30 imagens que compõem a mostra, nasceu a série de 15 cartões-postais em grande formato “Patrimônio Cultural de Porto Alegre – Ofícios”, com o mesmo objetivo: chamar a atenção para as profissões que resistiram ao tempo e aos processos de industrialização. No verso de cada cartão, constam ainda textos sobre a história, os aspectos e o cotidiano de cada atividade.


A exposição “Ofícios antigos em Porto Alegre” pode ser visitada das 9h às 18 h, de segundas a quintas-feiras; e das 9 às 16h30, às sextas-feiras, até o próximo dia 20. A entrada é franca.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

“A Beleza de Ser”: Exposição chega ao RS neste mês

Depois de Curitiba e Goiânia, a exposição fotográfica “A Beleza de Ser”, que retrata o cotidiano de portadores de síndrome de down, chega a Caxias do Sul (RS), neste dia 17. A mostra, composta por 21 fotografias, é uma iniciativa da Special Kids Photography do Brasil, entidade social, cujo objetivo é a valorização, exposição e auto-estima de crianças e famílias com necessidades especiais através da fotografia.


Em Caxias do Sul, a exposição ficou por conta do fotógrafo Ângelo Coffy, que realizou o ensaio com seu primo, portador desta síndrome. As imagens da mostra também compõem o calendário deste ano da Associação Reviver Down, de Curitiba.


O objetivo da mostra é, sobretudo, destacar a beleza, a capacidade e o potencial do portador de síndrome de down. “A Beleza de Ser” seguirá aberta à visitação, gratuitamente, até o dia 07 de setembro, na Sala de Exposições do Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho.



Mais informações:
Ângelo Coffy
contato@angelocoffy.com

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Exposição Rocinha: Favela da Rocinha é retratada sob um novo olhar


Por Josemar Martins

Começa no próximo dia 10 de agosto, às 19h, a exposição “Rocinha – Cotidiano e Arquitetura”, do fotógrafo Rodrigo Queiroz, no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro. Para a exposição, Queiroz separou 34 das mais de 600 imagens feitas naquela que é considerada a maior favela do país, com mais de 50 mil habitantes.


O trabalho do fotógrafo, realizado entre novembro de 2008 e setembro de 2009, retrata o dia-a-dia da comunidade, sob um olhar diferente do apresentado pela mídia, no qual a miséria é sempre o foco principal.


As edificações e as infinitas soluções criativas que os moradores encontram para resolver problemas arquitetônicos, por exemplo, surpreenderam o artista. E, por esta razão, Queiroz garante que as imagens apresentadas na exposição são totalmente diferentes das que todos estão acostumados a ver da Rocinha. Afinal, após ter conquistado a confiança da comunidade, ele afirma ter tido acesso a lugares que apenas moradores têm.


A exposição é gratuita e ficará aberta à visitação até 26 de setembro, de terça a domingo, das 12h às 19h.