segunda-feira, 25 de julho de 2011

UERJ promove expo de fotos que revelam detalhes da natureza

O GLOBO


Ninfa de uma esperança com coloração vermelha intensa alimentando-se de flores de Melastomataceae/ Divulgação/ LARAMG/IBRAG/UERJ
RIO - A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) vai inaugurar no dia 27 de julho uma exposição de 33 fotografias que revelam detalhes da natureza, na sua maioria, animais e plantas típicos da Mata Atlântica. As imagens estarão disponíveis na Galeria Gustavo Schnoor do Centro Cultural da Uerj.
As fotos foram feitas entre 2006 e 2010 pela equipe da linha de pesquisa em Fotografia Científica Ambiental do Laboratório de Radioecologia e Mudanças Globais da universidade. A intenção é chamar atenção para a riqueza de cores, formas e padrões na natureza. A galeria ficará aberta para visitação de 28 de julho a 19 de agosto, das 9h às 20h. A entrada é franca.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/07/22/uerj-promove-exposicao-de-fotos-que-revelam-detalhes-da-natureza-924960733.asp#ixzz1T6EMMxFW 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Fotógrafo brasileiro lança livro sobre a Serra da Canastra

“Produzir um livro sobre a região da Serra da Canastra, em Minas Gerais, que fizesse jus à sua grandiosidade e beleza”. Esta foi a ideia básica, em 2000, do fotógrafo Adriano Gambarini e do biólogo Rogério Cunha de Paula, que agora se concretiza: dia 24 de julho será lançado a obra Serra da Canastra – Diversidade Infinita (Gambarini Edições, 240 pág.), com 130 fotografias inéditas da região e textos de Laís Duarte Mota e de Rogério. 

As imagens, segundo os autores, não registram simplesmente a fauna e a flora do parque nacional, muito menos se atentam apenas à produção do famoso queijo Canastra. “As fotos vão do olhar aéreo dos campos rupestres, do caminhar tranquilo de um lobo guará ao sorriso puro e centenário do povo mineiro, que nasceu e cresceu nas bênçãos das águas do Rio São Francisco”, explicam em nota.

O livro tem textos bilíngues (português e inglês) e pode ser adquirido nas principais livrarias do país por R$ 139,90. No dia 24 de julho, das 17 às 21h, o trio estará autografando a obra no Espaço Araguari (Rua Professor Arthur Ramos, 593, Jardim Europa, São Paulo). 

Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)
Imagem que faz parte do livro (Foto: Adriano Gambarini)

Livro exibe lado fotógrafo de Dennis Hopper


Poucas figuras foram tão icônicas da contracultura quanto o ator e cineasta Dennis Hopper (1936-2010), morto por um câncer em maio do ano passado.
Mas, se ele segue muito lembrado como o astro e diretor de um dos filmes mais transgressores feitos em Hollywood, "Easy Rider - Sem Destino" (1969), Hopper continua ainda pouco conhecido por uma outra atividade que exerceu com inegável talento: a de fotógrafo.
Mostrar algumas das imagens mais representativas do estilo fotográfico de Hopper é a proposta do livro "Dennis Hopper: Photographs 1961 -1967" (Taschen, US$ 69,99, cerca de R$ 110).
Além de belas fotos, a edição traz ensaios, uma biografia e trechos de entrevistas com o artista.
Hopper era tão famoso pelo seu talento quanto pelos abusos de drogas e álcool. Começou a fotografar no fim dos anos 50, quando a carreira de ator não ia nada bem.
Amigo de alguns dos personagens que fizeram a efervescência dos anos 60, Hopper viveu intensamente aquele período e imortalizou em suas lentes companheiros, colegas de profissão, namoradas e anônimos.
Divulgação
Autoretrato de Dennis Hopper, tirado em 1962
Autoretrato de Dennis Hopper, tirado em 1962
"Dennis conhecia todo mundo, e todo mundo conhecia Dennis. Ele foi uma figura central em um período histórico inigualável para a cultura", diz Jessica Hundley, amiga de Hopper e uma das idealizadoras do livro --ela também é a autora do texto biográfico presente na edição.
"Ele sabia que era muito importante registrar o que acontecia ao seu redor naquela época, que aqueles lugares e pessoas teriam uma grande ressonância muitos anos depois."
O livro traz cliques assinados por Hopper de personagens-chave dos anos 60, como Andy Warhol (na época da explosão da pop art), Jane Fonda (de biquíni, posando de arqueira), Paul Newman (no set de "Fúria Indomável"), Martin Luther King (em marcha pelos direitos civis) e Ike e Tina Turner (em raro momento de paz conjugal).
Mais que mero registro de situações específicas, suas imagens são um panorama do que foi aquela década.
SEGREDO
"Dennis tinha admiração, curiosidade e respeito pelo que fotografava. Esse era o seu segredo", diz Jessica.
Ela ressalta também que Hopper tinha um apurado senso para a composição de imagens --o que ele também mostrou como diretor de cinema, sobretudo no hoje esquecido longa "The Last Movie" (1971).
Hoje, as fotografias estão na Tony Shafrazi Gallery, em Nova York, e de vez em quando são mostradas em museus e galerias de arte em alguma parte do mundo.
A paixão de Hopper por arte não se limitava à fotografia. Ele foi pintor e reuniu uma valiosíssima coleção.
"Ele tinha ao menos um item dos nomes mais importantes representados na ala dedicada à arte do século 20 do Metropolitan: Duchamp, Warhol, Basquiat, Julian Schnabel, Damien Hirst, Ed Ruscha, Bruce Conner, Lichtenstein", descreve Jessica. "Uma coleção de tirar o fôlego", resume a autora.

São Paulo recebe mostra de fotos da família imperial


O Instituto Moreira Salles recebe a partir desta terça-feira (19) uma exposição com 150 fotografias pertencentes ao acervo do príncipe Dom João de Orleans e Bragança. Entre registros conhecidos e inéditos, estão cenas da família imperial brasileira, das comemorações do fim da Guerra do Paraguai e da abolição da escravatura.
Retratos do Império e do Exílio reúne imagens assinadas por nomes como Marc Ferrez, fotógrafo da Marinha Imperial, e Revert Henry Klumb, professor de fotografia das princesas Isabel e Leopoldina. Ambos tiveram uma relação próxima com a família imperial, o que ajudou na hora de captar momentos mais informais.
Pela primeira vez, o público poderá conferir fotografias do período do exílio da família na França, logo após a Proclamação da República. Além de Ferrez e Klumb, a mostra conta com trabalhos de Alberto Henschel, Joaquim Insley Pacheco, Luiz Terragno, Otto Hess, Félix Nadar e John Jabez Edwin Mayall.
Serviço
Retratos do Império e do Exílio
Abertura: 19 de julho
Visitação: De 20 de julho à 11 de setembro
De terça a sexta, das 13h às 19h; sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h
Onde: Instituto Moreira Salles - Rua Piauí, 844, 1ºandar

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Livro exibe lado fotógrafo de Dennis Hopper


Poucas figuras foram tão icônicas da contracultura quanto o ator e cineasta Dennis Hopper (1936-2010), morto por um câncer em maio do ano passado.
Mas, se ele segue muito lembrado como o astro e diretor de um dos filmes mais transgressores feitos em Hollywood,"Easy Rider - Sem Destino" (1969), Hopper continua ainda pouco conhecido por uma outra atividade que exerceu com inegável talento: a de fotógrafo.
Mostrar algumas das imagens mais representativas do estilo fotográfico de Hopper é a proposta do livro "Dennis Hopper: Photographs 1961 -1967" (Taschen, US$ 69,99, cerca de R$ 110).
Além de belas fotos, a edição traz ensaios, uma biografia e trechos de entrevistas com o artista.
Hopper era tão famoso pelo seu talento quanto pelos abusos de drogas e álcool. Começou a fotografar no fim dos anos 50, quando a carreira de ator não ia nada bem.
Amigo de alguns dos personagens que fizeram a efervescência dos anos 60, Hopper viveu intensamente aquele período e imortalizou em suas lentes companheiros, colegas de profissão, namoradas e anônimos.
Divulgação
Autoretrato de Dennis Hopper, tirado em 1962
Autoretrato de Dennis Hopper, tirado em 1962
"Dennis conhecia todo mundo, e todo mundo conhecia Dennis. Ele foi uma figura central em um período histórico inigualável para a cultura", diz Jessica Hundley, amiga de Hopper e uma das idealizadoras do livro --ela também é a autora do texto biográfico presente na edição.
"Ele sabia que era muito importante registrar o que acontecia ao seu redor naquela época, que aqueles lugares e pessoas teriam uma grande ressonância muitos anos depois."
O livro traz cliques assinados por Hopper de personagens-chave dos anos 60, como Andy Warhol (na época da explosão da pop art), Jane Fonda (de biquíni, posando de arqueira), Paul Newman (no set de "Fúria Indomável"), Martin Luther King (em marcha pelos direitos civis) e Ike e Tina Turner (em raro momento de paz conjugal).
Mais que mero registro de situações específicas, suas imagens são um panorama do que foi aquela década.
SEGREDO
"Dennis tinha admiração, curiosidade e respeito pelo que fotografava. Esse era o seu segredo", diz Jessica.
Ela ressalta também que Hopper tinha um apurado senso para a composição de imagens --o que ele também mostrou como diretor de cinema, sobretudo no hoje esquecido longa "The Last Movie" (1971).
Hoje, as fotografias estão na Tony Shafrazi Gallery, em Nova York, e de vez em quando são mostradas em museus e galerias de arte em alguma parte do mundo.
A paixão de Hopper por arte não se limitava à fotografia. Ele foi pintor e reuniu uma valiosíssima coleção.
"Ele tinha ao menos um item dos nomes mais importantes representados na ala dedicada à arte do século 20 do Metropolitan: Duchamp, Warhol, Basquiat, Julian Schnabel, Damien Hirst, Ed Ruscha, Bruce Conner, Lichtenstein", descreve Jessica. "Uma coleção de tirar o fôlego", resume a autora.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pentax mostra modelo comemorativo da 645D


Depois de ter uma de suas câmeras eleita como o modelo do ano de 2011 na Camera Grand Prix Japan 2011, a Pentax vai lançar uma versão comemorativa da máquina. Para amantes da marca ou mesmo colecionadores de câmeras fotográficas, a ação é um prato cheio.
O modelo em questão é o Pentax 645D, uma câmera DSLR. A edição comemorativa terá uma Pentax 645D com acabamento em laca e uma alça de couro. Tudo dentro de uma caixa especial de madeira de Paulownia, um gênero de árvores comum no Japão.
A Pentax 645D é uma câmera de alto desempenho em um corpo médio. O sensor dela capta as imagens com resolução de até 40 megapixels. Outro ponto que colaborou para sua escolha como a câmera do ano foi sua resistência à areia e também a temperaturas de até 10 graus Celsius negativos.
Qualquer pedido tem como espera mínima o período de quatro meses. Será possível fazer a encomenda pelaweb store da Pentax. Nenhuma ideia de preço foi dada ainda, mas é possível imaginar que por ser um produto comemorativo, será para poucos.

Fotógrafo norte-americano planejava sequestrar a própria filha

Uol Notícias


A Polícia Civil de São Paulo investiga crime de falsificação de documentos contra o fotógrafo norte-americano Richard Joseph Gatt, 56, preso anteontem (12) no município de Saquarema (SP) e transferido para a cadeia de Mogi das Cruzes, também no interior paulista. Na ocasião, Gatt portava um ofício supostamente assinado pela ex-mulher, a professora de inglês brasileira Tatiane Ribeiro, 32, autorizando-o a retirar passaporte para a filha de sete anos do casal.
Além de falsificação do documento oficial, emitido pelo consulado nos Estados Unidos, Gatt poderá responder também por crime de furto: junto com ele, no carro que havia alugado, os policiais localizaram a placa de um outro veículo que havia sido furtada.
De acordo com o escrivão-chefe da delegacia de Saquarema, Antonio Campos, a suspeita de que o fotógrafo sequestraria a própria filha não pôde ser confirmada. A hipótese foi levantada pela ex-mulher do americano, que tem a custódia da filha desde o divórcio, em 2006, e que alega não ter assinado o ofício de solicitação de passaporte.
A Polícia Federal chegou a ser comunicada, mas, segundo Campos, não ficou constatado crime federal. “Tudo indica ocorrência de crime comum, pois o ato preparatório [no caso, de supostamente se planejar um sequestro] não constitui crime”, disse o policial. “Mas avisamos o consulado americano no Brasil no mesmo dia sobre a falsificação, e, além disso, temos um boletim de ocorrência sobre o furto da placa do carro que estava com ele”, completou.
Junto com o fotógrafo, a polícia localizou uma espécie de diário com anotações sobre a suposta tentativa de retirada da criança do Brasil. Foram localizados ainda um aparelho de GPS, o passaporte dele e um celular.

Ex-mulher diz que tem medo

A professora de inglês disse ao UOL Notícias que o ex-marido, por determinação da Justiça de Salt Lake City --onde viviam --, desde ano passado ele só pode fazer visitas assistidas à filha. Ela conta que ele veio no final de junho e em abril deste ano ver a menina, mas que, após a prisão, verificou que ele esteve no país, sem que ambas soubessem, também em maio passado.
Conforme Tatiane, os problemas com Gatt começaram nos EUA quando descobriu que, em vez de segundo, ela era, na verdade, o quarto casamento dele. “Fui saber disso quando precisei de documentos para o Green Card. Mas depois tive problemas de violência doméstica e outros, em função do alcoolismo dele, e vi que não dava mais. Ele chegou a ser preso, obteve liberdade condicional e foi preso novamente por fraude em documentação e porte ilegal de arma... Mas cheguei mesmo a temer pela minha vida”, afirmou.
A filha do casal, garante a brasileira, não sabe de nada sobre a prisão do pai. “Tenho tentado preservá-la ao máximo e tenho todos os documentos garantindo a legalidade da custódia. Tenho ainda é muito medo de que ele seja solto e venha atrás de mim --espero que a justiça aqui seja feita, que ele seja deportado e cumpra pena, também nos EUA –afinal, ele falsificou documentos americanos, tem que prestar contas lá”.
A polícia não soube informar à reportagem se Gatt tem advogado cuidando de sua situação no Brasil.