quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Biblioteca do Paraná abre exposição no Dia Mundial da Fotografia
Mário Augusto diz ter o hábito de retratar pessoas ou coisas em abordagem que “namora com a literatura”. Os alvos de suas lentes são as ruas, calçadas, edificações e seres humanos. Em Curitiba, famosa por ser fria no clima e no comportamento dos habitantes, o fotógrafo tenta trazer à tona e em processo de investigação bastante simples, os mais e menos abaixo de zero que não apenas a meteorologia consegue medir.
“É na obra de Dalton Trevisan que a fotografia esbarra nesta nova fase de produção, em paisagens de neblina, garoa e climas que remetem ao reduto clássico do velho vampiro. Ambientado em bares onde pode se detectar a fauna tantas vezes retratada pelo mestre dos minicontos”, diz Mário Augusto. Ele destaca que o flerte com os poetas da cidade é antigo e que veio do veterano das letras Thadeu Wojciechowski a ideia desta Curitiba mais ou menos.
PERFIL – Mário Augusto nasceu em Goiânia, em 1965. Passou por São Paulo onde frequentou a fase áurea do Riviera, nos anos 80, convivendo com cartunistas, cineastas, fotógrafos, jornalistas, poetas e músicos da época mais efervescente da pauliceia. Iniciou na carreira através da Escola Panamericana de Artes-SP.
Mora em Curitiba desde 1992. Trabalhou com fotojornalismo e publicidade. Atualmente dá cursos de fotografia no Solar do Barão pela Fundação Cultural de Curitiba. “Curitiba mais ou menos” é a sua primeira exposição individual após várias coletivas.
Serviço: Exposição fotográfica “Curitiba mais ou menos”
Data: 19 a 31 de agosto
Local: Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133
Biblioteca do Paraná abre exposição no Dia Mundial da Fotografia
Mário Augusto diz ter o hábito de retratar pessoas ou coisas em abordagem que “namora com a literatura”. Os alvos de suas lentes são as ruas, calçadas, edificações e seres humanos. Em Curitiba, famosa por ser fria no clima e no comportamento dos habitantes, o fotógrafo tenta trazer à tona e em processo de investigação bastante simples, os mais e menos abaixo de zero que não apenas a meteorologia consegue medir.
“É na obra de Dalton Trevisan que a fotografia esbarra nesta nova fase de produção, em paisagens de neblina, garoa e climas que remetem ao reduto clássico do velho vampiro. Ambientado em bares onde pode se detectar a fauna tantas vezes retratada pelo mestre dos minicontos”, diz Mário Augusto. Ele destaca que o flerte com os poetas da cidade é antigo e que veio do veterano das letras Thadeu Wojciechowski a ideia desta Curitiba mais ou menos.
PERFIL – Mário Augusto nasceu em Goiânia, em 1965. Passou por São Paulo onde frequentou a fase áurea do Riviera, nos anos 80, convivendo com cartunistas, cineastas, fotógrafos, jornalistas, poetas e músicos da época mais efervescente da pauliceia. Iniciou na carreira através da Escola Panamericana de Artes-SP.
Mora em Curitiba desde 1992. Trabalhou com fotojornalismo e publicidade. Atualmente dá cursos de fotografia no Solar do Barão pela Fundação Cultural de Curitiba. “Curitiba mais ou menos” é a sua primeira exposição individual após várias coletivas.
Serviço: Exposição fotográfica “Curitiba mais ou menos”
Data: 19 a 31 de agosto
Local: Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133
Centro Multicultural da Orla terá exposição fotográfica sobre o Candomblé
A mostra foi elaborada pela pesquisadora e jornalista Cristina Oliveira, que realizou mais de 4.500 registros de diversos rituais desta religião. A exposição segue até o dia 7 de setembro, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 22h, e aos sábados e domingos, das 16h às 22h.
Entre as fotos há imagens de banhos de purificação, utilização de ervas, sagradas, preparação de pratos da culinária africana, rituais de limpeza, preparação de “guias” e a “feitura de iyaô”, que é o ritual de iniciação pelo qual todo filho-de-santo passa, consistindo na série de preceitos religiosos que ele deve seguir.
A exposição é um registro foto-etnográfico de uma pesquisa acadêmica realizada desde junho de 2009 no Ilê Axé Obá D’Alaguinã, terreiro de origem Jeje- Nagô, localizado no bairro Tancredo Neves. A pesquisa foi feita para o programa de Pós – Graduação em Letras e curso de Ciências Sociais, ambos da Universidade Federal de Roraima (UFRR) que a jornalista cursa.
“A pesquisa analisa as características do ritual Jeje-Nagô e a linguagem utilizada nessa manifestação religiosa. Por meio das fotos, os visitantes da exposição terão a oportunidade de conhecer a religião que é muito comentada, mas pouco conhecida. A meta da mostra é ampliar o conhecimento do público sobre a matriz religiosa de origem africana, educando e informando sobre essa herança cultural”, fala Cristina.
Pesquisadora
Cristina Oliveira é jornalista há 13 anos, tendo cinco deles trabalhando na Rede Brasil, afiliada da Rede Globo. Integrou a equipe de implantação do jornal Diário de Santa Maria, que atende a 40 cidades no Rio Grande do Sul. Nesse mesmo estado, fez parte ainda da assessoria de comunicação do Partido dos Trabalhadores.
Residindo em Roraima desde 2007, a jornalista passou pela redação do jornal Folha de Boa Vista e, em 2008, por meio de concurso, começou a trabalhar na Coordenadoria de Imprensa da Universidade Federal de Roraima (UFRR). Cristina também foi professora dos cursos de Jornalismo da UFRR e da Faculdade Atual da Amazônia.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Geladeiras viram tema de exposição: Imagens revelam geladeiras de vereadores no RS
Por Bia Oliveira
Já passou pela sua cabeça dar uma “espiadinha” na geladeira de algum vereador? Pois essa ideia não apenas passou pela cabeça da fotógrafa Maria Eunice Araújo, como virou tema da exposição “Paisagens Privadas da Câmara Municipal”, promovida pela artista na capital gaúcha.
A mostra revela, com ousadia, 17 imagens do interior das geladeiras das casas de vereadores e servidores de Porto Alegre, além de apresentar um mapa com a localização das residências e frases dos proprietários, cujos nomes foram preservados.
Para a idealizadora do projeto, é como se cada um dos moradores da casa pudesse contar uma história, através dessas imagens, manifestando de alguma forma sua intimidade.
A exposição pode ser visitada até 20 de agosto, na Galeria Clébio Sória do Legislativo de Porto Alegre, das 9h às 18h, de segunda a quinta-feira; e das 9h às 16h, às sextas-feiras. A entrada é franca.
Kylie Minogue censurada no Facebook
Kylie Minogue é a mais recente vítima de censura do Facebook. Tudo por causa da foto em cima reproduzida, que foi publicada por um fã da cantora na dita rede social.
Como se pode ver, a fotografia mostra Kylie Minogue a segurar um enorme urso de peluche, durante a actuação no clube nocturno G-A-Y, em Londres, mas os responsáveis do Facebook terão achado a posição do microfone de Kylie ofensiva.
Segundo o jornal britânico The Sun, o fã que publicou a fotografia recebeu um email da equipa técnica do Facebook a dizer que «não aceitamos fotos que contenham nudez, drogas ou violência».
O mestre da fotografia de horror!
Se você está a procura de fotografias “trash”, confira o portfólio do artista e fotógrafo Joshua Hoffine. “Expert” no assunto, Joshua monta um cenário específico para cada ensaio fotográfico. É uma série de etapas que vai de objetos de decoração até a maquiagem horroripilante, tudo para que o resultado final chegue o mais próximo possível da verdade – o sangue, as expressões, texturas e luzes.
Isso mexe com a emoção de qualquer um. Seu trabalho é pregar o terror, a ira, o medo, a fome de matar é o combustível para que cada ensaio se torne melhor que outro. Quem o procura já sabe o que vai encontrará pela frente: sangue por todo lado, corpos dilacerados, olhares de espanto, apreensão e medo. Você ainda duvida? Olhe o que vem pela frente.
Voyeurismo, fotografias e videotapes em exposição na Tate Modern, em Londres
LONDRES - Nestes tempos em que Londres tem câmeras de vigilância por todos os lados, a Tate Modern oferece "Exposed", mostra que debate o limite da invasão de privacidade pelas lentes. Expondo 250 trabalhos amadores e profissionais, incluindo imagens captadas por câmeras de circuito fechado, a ideia é apresentar os tabus envolvendo a arte de fotografar sem que necessariamente houvesse permissão explícita do indivíduo fotografado.
Em exibição há desde imagens obtidas por paparazzi a trabalhos clássicos como a foto de Nick Ut com crianças vietnamitas fugindo de bombardeios durante a invasão americana. A exposição fica em cartaz até 3 de outubro, e os ingressos custam 10 libras (R$ 28) para adultos e 8,50 libras para crianças, idosos e estudantes com carteira internacional. Outras informações em www.tate.org.uk .