terça-feira, 3 de agosto de 2010


Uma foto gigante de Budapeste, capital da Hungria, acaba de receber o título de maior foto do mundo. A foto panorâmica que mostra a cidade em 360º, com resolução de 70 bilhões de pixels ou 70 gigapixels, desbanca a foto da cidade de Dubai, nos Emirados Árabes, que até então era considerada a maior do mundo.


A foto gigante demorou dois dias para ser tirada. Na produção da mega montagem em 360º, foram utilizadas duas câmeras Sony A900, de 25 megapixels cada, equipadas com lentes de 400 milímetros da Minolta, 1,4X teleconversores, além de uma câmera robótica.


No site oficial da foto de Budapeste, o usuário navega pela foto e consegue dar zoom para enxergar os mínimos detalhes, como a telha de uma casa ou a torre de uma igreja. Ou ainda, a imagem de um avião e de um pára-quedista, flagrados no momento da foto. A versão impressa da maior foto do mundo tem um total de 15 metros de comprimento.


Ver imagem em http://photos.uol.com.br/img/thumbs/700x_foto%20de%20budapeste.jpg

Linha do tempo da fotografia

1515 – O italiano Leonardo da Vinci descreve cientificamente a câmera escura. Precursora das câmeras fotográficas atuais consiste em uma sala totalmente escura, com um pequeno orifício em uma das paredes através do qual a luz passa, projetando imagens invertidas dos objetos externos na parede oposta à abertura. No final do século XVI, colocam-se lentes no orifício para melhorar a projeção das imagens. Nesse período, a câmera escura era usada pelos pintores para copiar imagens da natureza.

1727 – O professor alemão Johann Heinrich Schulze constata que a luz provoca o escurecimento de sais de prata. Essa descoberta, em conjunto com a câmera escura, fornece a tecnologia básica para o posterior desenvolvimento da fotografia.

1826 – O físico francês Joseph Nicéphore Niépce consegue fixar a primeira imagem fotográfica conhecida, uma paisagem campestre vista da janela de sua casa. Ele coloca uma placa sensibilizada quimicamente dentro de uma câmara escura com orifício para exposição à luz, processo que demora, na época, oito horas.

1835 – O pintor francês Louis Daguerre descobre que placas de cobre cobertas com sais de prata conseguem captar imagens, que podem se tornar visíveis ao ser expostas ao vapor de mercúrio. Isso o leva a desenvolver, em 1939, o daguerreótipo, aparelho capaz de fixar a imagem com um tempo menor de exposição (em geral 30 minutos), o que possibilita realizar fotografias mais rápidas. Cada uma ainda é exemplar único, do qual não é possível fazer cópias.

1839-1840 – O físico britânico William Henry Fox Talbot cria uma base de papel emulsionada com sais de prata que registra uma matriz em negativo a partir da qual é possível fazer cópias positivas. Esse processo, chamado de calótipo e patenteado em 1841, é mais barato do que o de Daguerre, tornando a fotografia mais acessível e mais presente na vida das pessoas. Entre 1844 e 1846 Talbot publica The Pencil of Nature, o primeiro livro ilustrado com fotografias.

1840 – O norte-americano Alexander Wolcott abre o primeiro estúdio fotográfico do mundo em Nova York (EUA), onde realiza pequenos retratos com um daguerreótipo. No ano seguinte, começa a funcionar o primeiro estúdio europeu, em Londres (Reino Unido), dirigido pelo fotógrafo britânico Richard Beard.

1851 – O escultor britânico Frederick Scott Archer desenvolve o processo chamado de colódio úmido, negativo feito sobre placas de vidro sensibilizadas com uma solução de nitrocelulose com álcool e éter. O fotógrafo tem de sensibilizar a placa imediatamente antes da exposição e revelar a imagem logo depois. Esse processo é 20 vezes mais rápido que os anteriores e os negativos apresentam uma riqueza de detalhes semelhante à do daguerreótipo, com a vantagem de permitir a produção de várias cópias.

1854-1910 – Nesse período desenvolve-se o movimento denominado pictorialismo, que se caracteriza por uma tentativa de aproximação da fotografia com a pintura. Para isso, os fotógrafos retocam e pintam as fotos, riscam os negativos ou embaçam as imagens. Também empregam em suas obras composições e assuntos característicos da pintura. Seus temas são, em geral, paisagem, natureza-morta e retrato. Entre os grandes fotógrafos dessa fase está o francês Félix Nadar, o primeiro a realizar fotos aéreas a partir de um balão, em 1858. Apesar do preconceito de alguns pintores em relação à fotografia, vários se baseiam em fotos para pintar, como os franceses Ingres e Delacroix e, posteriormente, muitos impressionistas.

1855 – O britânico Roger Fenton fotografa durante quatro meses a Guerra da Criméia (1853-1856). Para fazer seu trabalho, transforma uma carruagem puxada por cavalos em quarto escuro, onde revela as chapas. Ao todo, produz 360 fotografias. Realiza assim a primeira grande documentação de uma guerra e dá início ao fotojornalismo.


1861-1865 – O norte-americano Mathew Brady faz a cobertura da Guerra Civil Americana e torna-se um dos primeiros fotojornalistas do mundo.

1871 – O médico britânico Richard Maddox cria as chapas secas de gelatina com sais de prata, em substituição ao colódio úmido. Fabricadas em larga escala a partir de 1878, marcam o início da fotografia moderna. A grande vantagem em relação ao colódio úmido é que os fotógrafos podem comprar as chapas já sensibilizadas quimicamente, em vez de ter de prepará-las antes da exposição.

1878 – O inglês Edward Muybridge, fotógrafo inglês (9 de abril de 1830 – 8 de maio de 1904) reproduz em fotografia o movimento de um cavalo galopando. Conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento, além de inventor do zoopraxiscópio- dispositivo para projetar os retratos de movimento que seria o precursor da película de celulóide (filme) e do cinema.


1880 – Publicação da primeira fotografia pela imprensa, na capa do jornal Daily Herald, de Nova York (EUA). Mas somente no início do século XX o uso de fotografias nos jornais e revistas torna-se comum.

1882 – O francês Aphonse Bertillon inventa o sistema de identificação de criminosos através da ampliação fotográfica das impressões digitais.

1888 – O norte-americano George Eastman desenvolve a primeira câmera portátil, a Kodak, vendida com um filme em rolo de papel suficiente para tirar 100 fotografias. Terminado o rolo, o cliente manda a câmera inteira para a empresa Eastman, que revela o filme e faz as cópias, devolvendo o aparelho com um novo rolo de filme. O lema da Eastman é “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. A simplicidade da câmera Kodak é responsável pela popularização da fotografia amadora. No ano seguinte, Eastman substitui o filme de papel por um de plástico transparente à base de nitrocelulose.

1902 – O norte-americano Alfred Stieglitz funda o movimento fotossecessão, no qual a foto passa a ser valorizada como expressão artística própria, diferente das demais artes. Os fotossecessionistas defendem a fotografia sem retoques ou manipulação nos negativos e nas cópias, em reação ao pictorialismo. A fotografia se aproxima do abstracionismo, com ênfase na forma e não no objeto em si. O trabalho dos fotossecessionistas é divulgado pela revista Camera Work, fundada por Stieglitz e publicada entre 1903 e 1917. Edward Steichen, Alvin Langdon Coburn e Paul Strand estão entre os principais nomes do movimento.


1907 – Os franceses Auguste e Louis Lumière introduzem o autochrome, o primeiro processo fotográfico colorido. Consiste de uma placa de vidro coberta com grãos de amido tingidos (que agem como filtros para as cores primárias) e de poeira preta (que bloqueiam a luz não filtrada pelo amido). Sobre essa placa preparada é colocada uma fina camada de emulsão pancromática (sensível a todas as cores), obtendo-se uma transparência colorida positiva.

1915 – Com o aperfeiçoamento dos processos de impressão, os jornais diários começam a utilizar a fotografia com mais freqüência para ilustrar as reportagens, em substituição ao desenho. A presença de fotos na imprensa firma-se com os jornais Daily Mirror, de Londres (Reino Unido), e Ilustrated Daily News, de Nova York (EUA).

1919-1938 – Ao final da I Guerra Mundial, a fotografia liga-se a movimentos artísticos de vanguarda, como o cubismo e o surrealismo. Fotógrafos como o norte-americano Man Ray e o húngaro László Moholy-Nagy trabalham em estreita ligação com pintores e outros artistas. As técnicas de fotomontagem (manipulação de negativos) e fotograma (imagem direta sobre o papel fotográfico, sem o uso do negativo e da câmera) são amplamente usadas.


1923 – O norte-americano Edward Weston introduz a fotografia pura, sem retoques ou manipulações. Ele adota o uso mais realista e direto da câmera, com certa ênfase na forma abstrata, porém sem impedir a identificação do objeto fotografado.

1925 – Na Alemanha surge um estilo realista conhecido como Nova Objetividade, que propõe uma fotografia puramente objetiva, em oposição ao pictorialismo. Seu maior representante é Albert Renger-Patzsch, autor de fotografias que se caracterizam por linhas fortes, documentação factual e grande realismo. Outro expoente do movimento é August Sander.


1925 – A empresa alemã Leitz começa a comercializar a primeira câmera fotográfica 35 mm, a Leica, inventada pelo engenheiro Oskar Barnack. Ela dá um grande impulso para o fotojornalismo por ser silenciosa, rápida, portátil e por ter disponíveis diversos tipos de lentes e acessórios.

1928-1929 – O fotojornalismo desenvolve-se na Alemanha nas revistas Berliner Illustrierte e Münchener Illustrierte Presse. Os principais nomes dessa época são o alemão Erich Salomon e o britânico Felix Man.


1929 – As fotografias começam a ocupar grande espaço na publicidade, considerada um dos principais processos de criação artística nesse período. Vários profissionais importantes na época, como Cecil Beaton, Man Ray, Moholy-Nagy e Edward Steichen, fazem fotografias publicitárias paralelamente ao seu trabalho artístico pessoal.


1932 – O francês Henri Cartier-Bresson começa sua carreira como fotojornalista, desenvolvendo um estilo definido por ele como a busca pelo “momento decisivo”, isto é, pelo instante fugaz em que uma imagem se forma completamente em frente à câmera. Por isso, não realiza nenhum tipo de retoque ou manipulação das imagens. Cartier-Bresson torna-se o mais influente fotojornalista de sua época. Entre os seguidores do seu estilo estão Robert Doisneau, Willy Ronis e Edouard Boubat.


1932 – Fundação do grupo (64, nos Estados Unidos (EUA), os fotógrafos Ansel Adams, Edward Weston e seu filho Brett, Willard Van Dyke, Imogen Cunningham e Sonia Noskowiak. O nome refere-se à mínima abertura das lentes (diafragma) que permite a máxima profundidade de campo com o máximo de nitidez, a principal proposta do grupo.


1933 – O norte-americano Harold Edgerton desenvolve o flash eletrônico, luz relâmpago.


1935 – Os norte-americanos Leopold Godowsky Jr. e Leopold Mannes inventam o filme Kodachrome, que permite a obtenção de transparências (slides) coloridas com grande riqueza de detalhes e de tons, próprias para reprodução ou projeção.

1935-1943 – A Farm Security Administration, entidade criada pelo presidente norte-americano Franklin Roosevelt para estudar e diminuir os problemas da população rural dos Estados Unidos (EUA) durante a Grande Depressão, recorre à fotografia para registrar suas atividades, dando impulso à fotografia documental e de denúncia social. Destacam-se o trabalho dos fotógrafos Walker Evans, Dorothea Lange, Margareth Bourke-White, Ben Shahn, Arthur Rothstein e Gordon Parks.


1936 – O norte-americano Henry Luce funda a revista Life, nos Estados Unidos (EUA), com o objetivo de substituir a fotografia acidental, improvisada, por uma edição de fotografia planejada. Os fotógrafos a serviço da revista, um marco da fotorreportagem mundial, são pautados para cada matéria e encorajados a produzir uma grande quantidade de imagens para dar mais opções de escolha aos editores. Vários dos principais nomes do fotojornalismo mundial trabalham para a Life, entre eles Robert Capa, que faz a cobertura de guerras em todo o mundo, durante vinte anos, até morrer no Vietnã, ao pisar em uma mina terrestre. Entre suas fotos mais famosas estão Morte de um Soldado Legalista (soldado sendo alvejado na Guerra Civil Espanhola, entre 1936-1939) e a série de imagens feitas durante o desembarque das tropas aliadas na Normandia, em 1944, durante a II Guerra Mundial.


1942 – A Kodak introduz o filme Kodacolor, negativo colorido que permite a confecção de cópias em cores. Em 20 anos, o Kodacolor torna-se o filme mais popular entre os fotógrafos amadores. A empresa alemã Agfa, que havia desenvolvido o processo negativo-positivo colorido Agfacolor em 1936, começa a comercializá-lo apenas em 1949, devido à eclosão da II Guerra Mundial.

1945 – A empresa austríaca Voigtländer desenvolve as lentes zoom, que permitem fotografar objetos situados a grande distância da câmera.

1947 – Os fotógrafos Robert Capa, Daniel Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger fundam nos Estados Unidos (EUA) a agência cooperativa Magnum. Nela trabalham os principais nomes do fotojornalismo mundial, entre eles o norte-americano Eugene Smith, o suíço Werner Bischof e o brasileiro Sebastião Salgado.


1948 – O norte-americano Edwin Land desenvolve a câmera Polaroid, que tira fotos instantâneas em preto e branco.

Década de 50 – Após a II Guerra Mundial, uma corrente da fotografia volta a passar por uma fase abstracionista e deixa de ter o compromisso de registrar a realidade. Adota-se o uso expressivo e emocional das imagens. Nessa linha destaca-se o trabalho do norte-americano Minor White. Para ele, a fotografia deve ser transformada para que o espectador perceba a mensagem interior da imagem, não visível na superfície. Outros representantes dessa corrente são Aaron Siskind, Harry Callaham e Bill Brandt. No fotojornalismo, a cobertura fotográfica dos acontecimentos no pós-guerra ganha fôlego com as revistas Time e Newsweek, nos Estados Unidos; Paris Match, na França; e Der Spiegel e Stern, na Alemanha.


1955 – O fotógrafo norte-americano Edward Steichen organiza no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a exposição The Family of Man, uma seleção de cerca de 500 fotos tiradas em 68 países que registram todas as fases da vida humana, do nascimento à morte. A exposição, que teve grande repercussão mundial e se tornou um marco da fotografia documental, é levada a vários países e dá origem a um livro com diversas edições.

1959 – Lançamento do livro The Americans, do fotógrafo norte-americano Robert Frank, registro fotográfico da viagem que fez pelos EUA com o poeta beat Jack Kerouak. Frank rompe com a tradição da fotografia documental, imparcial e distante, dando às suas imagens um caráter subjetivo.


Década de 60 – Nesse período desenvolve-se um grande intercâmbio entre o trabalho de fotógrafos e artistas plásticos. Muitos fotógrafos usam técnicas manuais de manipulação de imagens, como retoques e pinturas de negativos e de cópias. Os pintores, por sua vez, imitam a visão fotográfica (figurativa) e introduzem fotos em suas obras, por meio de colagem ou reprodução em silkscreen, como ocorre na pop art, nos trabalhos dos norte-americanos Andy Warhol e James Rosenquist. A fotografia também é bastante utilizada pela arte conceitual, como meio para a expressão de um conceito.

1962 – Os norte-americanos Emmett Leith e Juris Upatnieks e o soviético Yuri Denisyuk desenvolvem simultaneamente a holografia, fotografia em três dimensões obtida por meio da exposição de um filme à luz de raio laser refletida em um objeto.


Década de 70 – As fotografias ganham maior importância como obras de arte. Começam a ser produzidas com mais freqüência em formato de livro, são exibidas em galerias e museus e compradas por colecionadores. A fotografia passa também a ser objeto de estudo acadêmico, como arte que deve ser compreendida e estudada, a exemplo das demais manifestações artísticas (pintura, música, literatura, entre outras). A fotografia documental continua a ser desenvolvida, apesar de ter perdido espaço para a televisão e o cinema. Aumenta o uso da cor, em especial na fotografia de moda e de publicidade.

Década de 80 – Nesse período, é reforçada a visão da fotografia como obra capaz de transmitir informação e prazer, mas também como meio de comunicar mensagens políticas e sociais. Cresce a importância da imagem fotográfica como instrumento da publicidade. Um dos principais nomes da fotografia publicitária é o italiano Oliviero Toscani, ao tratar de questões como tabus, violência e racismo em seus trabalhos. Natural de Milão, 28 de fevereiro de 1942, criou campanhas publicitárias polêmicas para a marca italiana Benetton, iniciada em 1982. A maioria de suas campanhas era institucional, o alvo era propaganda de marca e não de produto, normalmente composta apenas por uma fotografia polêmica e o logo da companhia. Técnicas antigas de reprodução voltam a ser utilizadas para a produção de imagens mais elaboradas e verifica-se uma tendência a se reduzir o número de cópias de uma fotografia.


1981 – O brasileiro Sebastião Salgado torna-se mundialmente conhecido ao ser o único fotógrafo a registrar a tentativa de assassinato do presidente norte-americano Ronald Reagan. Representante da fotografia documental, Salgado se destaca nos anos 80 e 90 por suas grandes foto reportagens de denúncia social, publicadas em livros como Sahel: l’Homme en Détresse (1986), Trabalhadores (1993) e Terra (1997).


Década de 90 – Intensifica-se o uso das câmeras digitais, principalmente no fotojornalismo e na publicidade. Nessas câmeras, o filme é substituído por um disco ou cartão de memória no qual as imagens são armazenadas digitalmente. Elas podem, assim, ser transmitidas por meio de linha telefônica para um computador em qualquer lugar do mundo de forma extremamente rápida, já que o processo digital elimina a necessidade de revelação fotoquímica e ampliação.

1993 - Glass Tears, de Man Ray, torna-se a fotografia mais cara do mundo, ao ser vendida por US$ 65 mil.

1997 – A Maison Européenne de la Photographie (França) realiza a exposição Des Européens, que apresenta 20 fotos inéditas de Henri Cartier-Bresson. A mostra reúne ainda outras 160 imagens realizadas pelo fotógrafo francês entre os anos 30 e 70.



Noite de autógrafos: Sucesso de público em São Paulo no lançamento de O Guia de Fotografia de Casamento


Vinícius Matos encerrou a maratona dos lançamentos de O Guia de Fotografia de Casamento para fotógrafos e noivas que buscam um trabalho diferenciado no dia 22 deste mês, na FNAC Paulista. O encontro que reuniu amigos, fotógrafos e familiares, teve sucesso de público e vendas. Estiveram no lançamento Duda Escobar, uma das idealizadoras da Feira Internacional da Imagem PhotoImageBrazil, o fotógrafo Clicio Barroso, além de outros nomes do setor fotográfico, como Digipix e Alfa Express.


O Guia de Fotografia de Casamento aborda sobre vários temas da fotografia social, como por exemplo, esquemas de iluminação alternativa, uma das principais características de Vinícius Matos. Além disso, traz informações passo a passo sobre marketing, imagens inspiradoras que servem como referencial e macetes que auxiliam o fotógrafo no mercado atual. Também é focado para casais em busca de informação sobre como escolher o fotógrafo ideal. O livro já havia sido lançado em outras capitais como Fortaleza, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.


Exposição Rocinha: Favela da Rocinha é retratada sob um novo olhar


Por Josemar Martins

Começa no próximo dia 10 de agosto, às 19h, a exposição “Rocinha – Cotidiano e Arquitetura”, do fotógrafo Rodrigo Queiroz, no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro. Para a exposição, Queiroz separou 34 das mais de 600 imagens feitas naquela que é considerada a maior favela do país, com mais de 50 mil habitantes.


O trabalho do fotógrafo, realizado entre novembro de 2008 e setembro de 2009, retrata o dia-a-dia da comunidade, sob um olhar diferente do apresentado pela mídia, no qual a miséria é sempre o foco principal.


As edificações e as infinitas soluções criativas que os moradores encontram para resolver problemas arquitetônicos, por exemplo, surpreenderam o artista. E, por esta razão, Queiroz garante que as imagens apresentadas na exposição são totalmente diferentes das que todos estão acostumados a ver da Rocinha. Afinal, após ter conquistado a confiança da comunidade, ele afirma ter tido acesso a lugares que apenas moradores têm.


A exposição é gratuita e ficará aberta à visitação até 26 de setembro, de terça a domingo, das 12h às 19h.

Liberada de impostos: Notícia da RF alegra fotógrafos

Por Bia Oliveira

A Receita Federal acaba de ampliar a lista de produtos considerados de uso pessoal em viagens internacionais. A notícia deve alegrar e muito os profissionais da fotografia. Isso porque, entre os itens que não precisam mais ser declarados na alfândega na chegada ao país quando comprado no exterior, está a máquina fotográfica.


Não é preciso declarar também outros itens, como telefone celular, relógio de pulso roupas e acessórios, jóias, produtos de higiene e beleza e carrinhos de bebê. Para todos os produtos, no entanto, o limite é de um item por pessoa.


Notebooks e filmadoras estão fora da lista de bens de uso pessoal. Devem ser declarados e entram na cota já existente, limitada a US$ 500 para quem usou transporte aéreo ou marítimo e a US$ 300 para quem utilizou transporte via terrestre, fluvial ou lacustre.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cavernas nas Bahamas são último ensaio de fotógrafo submarino que morreu em ação


As cavernas submersas das Bahamas foram o cenário do último ensaio do fotógrafo e cinegrafista americano Wes Skiles, que morreu no último dia 21 de julho.

Skiles, que tinha 52 anos e era um veterano fotógrafo submarino, morreu depois de uma outra expedição fotográfica, desta vez na costa do Estado americano da Flórida.

As imagens do último ensaio de Skiles fazem parte da reportagem de capa da edição de agosto das versões brasileira e americana da revista National Geographic. A edição brasileira estará nas bancas a partir da próxima terça-feira.

Segundo uma nota no site da publicação, Skiles era um colaborador frequente da National Geographic.

A imagem acima mostra o local conhecido como Sala da Cascata, que fica a cerca de 25 metros de profundidade nas Ilhas Ábaco, no norte das Bahamas.

Outras imagens podem ser vistas neste Cliquelink.

Homem recria fotografia com 200 mil formigas mortas


Chris Trueman recriou o retrato de um menino com uma arma de forma bem esquisita, com formigas mortas. Os insetos eram comprados vivos pelo artista.

Segundo o jornal inglês, Daily Mail, o artista comprava 40 mil formigas de cada vez e paga a cerca de R$ 800 pela remessa, cerca de 330 libras.
Artista comprava 40 mil insetos de cada vez e paga a cerca de R$ 800 pela remessa
Ele matava as formigas com removedor de esmaltes embebido em algodão e as colocava sobre uma placa de acrílico e ao final, cobriu a foto com resina.

O retrato recriado com 200 mil formigas mede 1,22 metros de altura por 1,06 de comprimento e foi colocado à venda por R$ 61,1 mil reais, cerca de 23 mil libras.

Trueman conseguiu vender seu cemitério de formigas para o museu de bizarrices por um preço que nao foi revelado.

O artista também contou que pensou em parar a obra na metade por se sentir bruto com as formigas.

- Então eu decidi que as formigas teriam morrido em vão se eu não terminasse o trabalho. Assim, decidi continuar. (Fonte:R7)